Imagine a mesa de bar, um jogo de dominó e, no lugar das pedrinhas, ministros do STF. A Polícia Federal dá um peteleco em Toffoli, e de repente todo mundo começa a se perguntar: se cair um, não vai derrubar o resto?
O efeito dominó
Toffoli aparece citado no celular de banqueiro investigado.
Moraes, por sua vez, já viu seu nome circular em conversas sobre negócios da esposa.
O público assiste de camarote, com a pipoca na mão, esperando para ver se o tabuleiro aguenta ou se vai virar espetáculo de queda em série.
Transparência ou teatro?
O STF insiste em manter a pose de instituição sólida, mas cada nova suspeita vira meme instantâneo.
A PF, ao pedir suspeição, praticamente jogou a primeira pedra do dominó.
O silêncio institucional soa como aquele jogador que finge que não está perdendo, mas já sabe que a próxima peça vai tombar.
E no que vai dar?
Se o Supremo virar dominó, o Brasil terá que inventar um novo jogo: talvez “Jenga institucional”, onde cada bloco removido deixa o prédio mais instável. A diferença é que, no nosso caso, não há risadas inocentes — há bilhões, poder e democracia em jogo.

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