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“Não vamos subir em cadáveres para fazer política”, diz Guedes

Ao tratar sobre as medidas econômicas para o enfrentamento da pandemia de covid-19, o ministro Paulo Guedes (Economia) defendeu que a vacinação em massa e a garantia de emprego são as prioridades do Brasil.

“Não vamos subir em cadáveres para fazer política. Nós estamos em uma guerra contra o vírus. Nós precisamos botar a vida em 1º lugar. E toda ideia nossa de governo olhando para frente será: saúde, emprego e renda”, afirmou.

Guedes chegou a elogiar o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ). Disse que os congressistas ajudaram na formulação da reforma da Previdência, em 2019, sem mudanças no BPC (Benefício de Prestação Continuada).

O ministro agradeceu o Congresso que, segundo ele, sempre ajudou na criação de programas durante a pandemia de covid-19. “A oposição faz seu papel, que eu respeito e reconheço. Acho que nós precisamos de mais respeito, mais tolerância. Temos que escapar dessa espiral de ódio, de divisão de brasileiros. Isso é um descredenciamento de nossa democracia”, afirmou.

O ministro disse que é natural do regime político a alternância do poder e a capacidade de compreensão do “outro lado”.

“Tudo que um lado faz em excesso o outro aprende, e vai devolver. E aí, o outro aprende. Essa escalada não interessa à população brasileira. Eu tenho dito que quem estiver explorando cadáver para fazer política, estiver achando que é na base do ódio que se vence, não vai dar certo”, afirmou.

Durante a primeira apresentação, de 30 minutos, Guedes contextualizou a atuação do governo e do Congresso no enfrentamento da pandemia. Disse que 2020 foi um ano trágico, mas que a economia conseguiu retomar de forma rápida.

Voltou a dizer que o a arrecadação do ano bateu recorde neste ano e o Brasil criou empregos.

Defendeu o auxílio emergencial que, segundo ele, foi uma construção conjunta, mas idealizada na “mesa” dele no Ministério da Economia.

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