O Partido Progressista (PP) decidiu não conceder a liberação solicitada pelo vereador Ériko Jácome, mantendo-o vinculado à legenda. A medida reflete a posição firme da direção partidária em preservar sua disciplina interna e assegurar os interesses políticos da sigla.
Segundo integrantes do partido, a decisão busca reforçar o controle sobre seus filiados e evitar movimentações que possam fragilizar a unidade da legenda. Jácome, que havia manifestado intenção de deixar o PP, encontra-se agora diante de um impasse político, já que não recebeu autorização para se desligar oficialmente.
O caso evidencia a relevância das regras partidárias e o peso das decisões internas na trajetória de representantes eleitos. A postura do PP também sinaliza que a legenda pretende manter maior rigor no cumprimento de seus estatutos, mesmo diante de pressões individuais.

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