A prisão de Nicolás Maduro, anunciada pelo presidente norte-americano Donald Trump em coletiva internacional, é o marco histórico que simboliza o fim de uma era de terror e corrupção na América do Sul. O ditador venezuelano, sustentado por narcotráfico, alianças criminosas e um regime apodrecido, finalmente caiu. E caiu de podre, como caem todos os tiranos que se alimentam da miséria de seus povos.
Maduro e sua esposa, Cília Flores, foram algemados e expostos ao mundo como criminosos comuns. Essa cena não é apenas a derrota de um homem, mas o colapso de uma rede de narcotraficantes comunistas que se infiltraram na política e transformaram a Venezuela em um cativeiro. Sua prisão é uma baixa sem precedentes no narcotráfico comunista, um golpe certeiro contra aqueles que usaram ideologia como máscara para o crime.
A queda de Maduro abre a possibilidade de libertação não apenas da Venezuela, mas de toda a América do Sul. É o início de uma nova era, em que povos sufocados por ditaduras e redes criminosas podem respirar esperança. O castelo começou a ruir, e com ele cairão cúmplices, comparsas e falsos líderes que se alimentaram da dor alheia.
É vergonhoso constatar que o presidente brasileiro, em ocasiões anteriores, tenha defendido Maduro. Essa postura o coloca lado a lado com um ditador narcotraficante, reforçando a percepção de que faz parte do mesmo bando. Defender Maduro é defender a tirania, o crime e a destruição de nações inteiras. É uma mancha que ficará registrada na história.
A prisão de Nicolás Maduro é mais que um fato político: é um divisor de águas. O castelo ruiu, e com ele cairá toda a estrutura criminosa que sustentava sua ditadura. É o início da libertação da Venezuela e um sopro de esperança para os povos sul-americanos. A justiça, enfim, mostrou que pode triunfar sobre a mentira e o crime.

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