O cenário político brasileiro vive uma reviravolta que poucos acreditariam ser possível há cinco meses. Naquele momento, a ideia de que Flávio Bolsonaro poderia se tornar um adversário competitivo contra Lula parecia improvável. Hoje, porém, os números mostram uma realidade diferente: Flávio aparece com 48,2% das intenções de voto, enquanto Lula registra 42,4%, abrindo uma vantagem de quase seis pontos percentuais.
A força inesperada do bolsonarismo
Consolidação da base: Flávio Bolsonaro herda o capital político do pai e consegue mobilizar o eleitorado conservador.
Narrativa de oposição: o bolsonarismo se apresenta como alternativa diante dos escândalos que fragilizam o PT.
Competitividade real: o que era visto como improvável meses atrás agora se traduz em pesquisas que colocam Flávio à frente de Lula.
O impacto para o governo
Alerta no campo governista: a diferença de seis pontos pressiona Lula e seus aliados a rever estratégias.
Escândalos como obstáculo: denúncias envolvendo o PT dificultam a manutenção da confiança popular.
Polarização mantida: o embate entre Lula e o bolsonarismo segue como eixo central da política nacional.
Essa virada mostra como o cenário eleitoral pode mudar rapidamente. O que parecia inimaginável há poucos meses — Flávio Bolsonaro liderando contra Lula — agora se desenha como uma possibilidade concreta.

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